Eu existo. Mas sei que não tenho como provar tal feito. Eu olho pela janela e o sol se põe. Me pergunto quantas gerações antes de mim viram a mesma cena. Desde os macacos no jardim do Éden até o último astronalta que experimentol a falta de gravidade. Eu como chocolate em barra que a minha mãe me trouxe e esta cena jamais se repetirá. Por isso este é o melhor chocolate do mundo. Nada se repetirá. Nós não somos uma peça do grandioso quebra-cabeça da história da humanidade como pensava Hegel. Nós somos a história; eu e você. É o que a gente faz agora.
domingo, 8 de junho de 2008
sexta-feira, 6 de junho de 2008
quinta-feira, 5 de junho de 2008
Karl Marx

04/06
Eu uso o tempo livre que tenho na disciplina de marxismo para pôr em dia os meus pensamentos filosóficos-metafísicos-puros sobre o mundo. Por isso muitas vezes alguém me vê no pior bar da cidade bebendo a cerveja mais barata e escrevendo verdades categóricas. Outras pessoas, neste mesmo horário, escrevem cartas amorosas, lêem literatura barata, chegam chapadas na aula ou recebem a notícia da paternidade. Ninguém se concentra na aula porque o comunismo foi um sonho que se transformou em pesadelo. Marxismo, leninismo, stalinismo, trotskismo, maoísmo, titoísmo, castrismo, sandinismo, eurocomunismo, luxemburguismo e por fim o capitalismo desesperador.
terça-feira, 3 de junho de 2008
02/06
Ah! final de semana foi tranqüilo. Acabei o Médico e o Mostro e estou quase no final do HQ V de Vingança. Neste último o nosso vilão diz que uma boa música é tão essencial para a vida como o ar que a gente respira. Hoje gravei um CD com as melhores dos Beatles. Preferi as mais dançantes deixando para trás as românticas. Nietzsche afirmava que não acreditava em um Deus que não dança. É realmente muito triste a concepção de um Deus que desceu a Terra e não tenha se apaixonado pelas mulheres, pela boa comida, pelas artes e filosofia.
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