
5 de janeiro de 2008
O dia foi bem cheio. Por aqui eu sempre penso que não vai acontecera nada, ainda mais agora que a minha namorada ta viajando. Acordei um pouco tarde, lá pelas nove ou dez. Dormi bem. Sem sonhos. Fui aguar as plantas do quintal. Depois que cheguei de viajem percebi que elas cresceram muito. Uma semana apenas. Acho que foi a chuva, finalmente começou o inverno. Depois de olha-las comecei a andar pela rua. Parei numa esquina e vi uma locadora de games, sim, comecei a jogar algo interessante. Chega de filmes e livros. O fato agora é que eu estou de férias e as estrago com quiser. Vá a merda os intelectuais! Chega de tentar salvar o mundo. Depois voltei para o almoço, tava com uma saudade da comida daqui. Uma ótima mãe. Fiz a sexta perambulando pela casa, brincando com o meu gato pelo chão, assistindo as idiotices da tv de longe. Dormi um pouco e sai. Percebi mais uma vez que odeio carro, todo esse barulho. O que é bom nas cidades pequenas é que você pode andar de bicicleta sem blusa o dia todo. Você sente o vento contra o seu corpo. Sensação maravilhosa. Mas aqui? Que vento, só tem fumaça de ônibus e olhe lá. Será que estou me tornando um velho rabugento antes da hora? Talvez. Andei um pouco pelas ruas, olhei as pessoas, as casas, as árvores. Sim ainda tem árvore por onde eu ando. Fui à casa de um primo mas ele não tava lá. Encontrei um amigo por acaso e conversamos um pouco sobre a faculdade. Me chamou pra assistir a um filme amanhã no cinema. Filme? Não, não. Todas aquelas super produções estão me deixando com nojo. Sabe quanto eles gastam pra fazer a porcaria de um Harry Potter? Nem queira saber. O mundo não é pobre, as nossas almas que são. Você escreve sobre um bruxo que não transa e ganha milhões. Foda-se. Quando vinha pra casa encontrei outra amiga, essa eu não via a mais de um ano. Ela me devolveu um livro que tinha emprestado. Com um ano de atraso mas valeu. O livro não é de uma adição tão boa assim, pra falar a verdade eu nem senti falta. Nós conversamos bastante sobre tudo. Ela é meio tagarela. Me apresentou a mãe dela. Fiquei de emprestar um filme pra ela. Se der coragem amanhã eu passo por lá e deixo. Sai umas três horas de casa e cheguei dez e pouco. Dia cheio. Jantei e agora acho que vou ler um pouco. Sabe que livro? Deixa pra lá.
O dia foi bem cheio. Por aqui eu sempre penso que não vai acontecera nada, ainda mais agora que a minha namorada ta viajando. Acordei um pouco tarde, lá pelas nove ou dez. Dormi bem. Sem sonhos. Fui aguar as plantas do quintal. Depois que cheguei de viajem percebi que elas cresceram muito. Uma semana apenas. Acho que foi a chuva, finalmente começou o inverno. Depois de olha-las comecei a andar pela rua. Parei numa esquina e vi uma locadora de games, sim, comecei a jogar algo interessante. Chega de filmes e livros. O fato agora é que eu estou de férias e as estrago com quiser. Vá a merda os intelectuais! Chega de tentar salvar o mundo. Depois voltei para o almoço, tava com uma saudade da comida daqui. Uma ótima mãe. Fiz a sexta perambulando pela casa, brincando com o meu gato pelo chão, assistindo as idiotices da tv de longe. Dormi um pouco e sai. Percebi mais uma vez que odeio carro, todo esse barulho. O que é bom nas cidades pequenas é que você pode andar de bicicleta sem blusa o dia todo. Você sente o vento contra o seu corpo. Sensação maravilhosa. Mas aqui? Que vento, só tem fumaça de ônibus e olhe lá. Será que estou me tornando um velho rabugento antes da hora? Talvez. Andei um pouco pelas ruas, olhei as pessoas, as casas, as árvores. Sim ainda tem árvore por onde eu ando. Fui à casa de um primo mas ele não tava lá. Encontrei um amigo por acaso e conversamos um pouco sobre a faculdade. Me chamou pra assistir a um filme amanhã no cinema. Filme? Não, não. Todas aquelas super produções estão me deixando com nojo. Sabe quanto eles gastam pra fazer a porcaria de um Harry Potter? Nem queira saber. O mundo não é pobre, as nossas almas que são. Você escreve sobre um bruxo que não transa e ganha milhões. Foda-se. Quando vinha pra casa encontrei outra amiga, essa eu não via a mais de um ano. Ela me devolveu um livro que tinha emprestado. Com um ano de atraso mas valeu. O livro não é de uma adição tão boa assim, pra falar a verdade eu nem senti falta. Nós conversamos bastante sobre tudo. Ela é meio tagarela. Me apresentou a mãe dela. Fiquei de emprestar um filme pra ela. Se der coragem amanhã eu passo por lá e deixo. Sai umas três horas de casa e cheguei dez e pouco. Dia cheio. Jantei e agora acho que vou ler um pouco. Sabe que livro? Deixa pra lá.
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